Contabilista, suporte indispensável

Não basta entender somente de cálculos. Para ser um bom contabilista, é preciso ter jogo de cintura, ser informatizado e gostar de ler. É o que afirma o diretor da Federação dos Contabilistas de Minas Gerais (Fecon/MG), Orias Batista, que completa: é importante se reciclar constantemente.

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Responsável por todo registro contábil, pelo planejamento tributário e pelo controle patrimonial de uma empresa, o contador é peça-chave dentro das organizações. “Toda vez que o empresário tem uma dificuldade, o contador é a primeira pessoa que ele procura. Esse profissional tem o papel de ser um consultor do empresário”, afirma o presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais (CRC-MG), Walter Roosevelt. Somente no órgão existem 55 mil profissionais registrados e no Conselho Federal de Contabilidade (CFC) são aproximadamente 460 mil.

Segundo Roosevelt, a contabilidade é a quinta profissão mais procurada pelo mercado, devido à formação ampla que o curso superior oferece. “A formação de ciências contábeis permite que o profissional trabalhe em diversas áreas, como auditoria, perícia, controladoria, contabilidade financeira e de custos. São várias possibilidades, o que torna esse mercado dinâmico”, garante o presidente do CRC.

O mercado de contabilidade vem crescendo nos últimos anos, devido ao grande avanço da tecnologia e ao aumento das responsabilidades do profissional. Os órgãos públicos investem cada dia mais em arquivos digitais que englobam informações de interesse do fisco. “Com isso, alguns empresários têm dificuldades e receio de lidar com estas inovações e surge a necessidade do auxílio da contabilidade para execução dos serviços”, acrescenta Orias Batista.

O setor contábil tem a função de deixar a empresa ciente da sua situação financeira e criar alternativas para redução de custos. Assim, se o trabalho não for realizado com precisão, poderá deixar o empresário em maus lençóis. “O empresário estará mais exposto às fiscalizações, a informações errôneas e truncadas, ficará passível de multas decorrentes do descumprimento das obrigações acessórias, poderão surgir processos trabalhistas, cobranças de impostos em atraso e pagamento de impostos indevidos. Enfim, a empresa fica como um navio sem o seu comandante” ressalta o diretor da Fecon. “Antes da contratação é importante se munir de informações. Então, a primeira coisa que o empresário deve fazer é verificar se o profissional está com o registro ativo no Conselho Regional de Contabilidade. A segunda é buscar referências e visitar o escritório do contador para saber se realmente poderá dar o suporte que sua empresa precisa, conclui Roosevelt.

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Fonte: Jornal Comércio Informativo. Edição dezembro 2011.


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